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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

SBT E RECORD SE UNEM E FORMAM UMA SÓ REDE


Isso é novidade pelo menos para mim.
No oeste de Santa Catarina, as duas retransmissoras se uniram formando uma só grade, com tendência maior à programação da Record.
Saindo do eixo Rio-São Paulo tudo se transforma: tudo se cria, alguma coisa se copia, e muita coisa se joga fora.
Vivemos numa abundância cultural multiforme que fica até difícil caracterizar o que é Brasil.
Brasil é chapéu e bombachas? Brasil é bumba-meu-boi, maracatu? É Axé? É samba, funk, carnaval? Brasil é tutu com couve à mineira? É arroz de carreteiro? É chimarrão? O que é o Brasil? Como agradar o Brasil? Como satisfazer as necessidades regionais dos brasileiros?
Nos idos anos 80, a Rede Transamérica de Radiodifusão experimentou unificar a sua programação, com a base paulista. Não colou.
Aqui, no Rio de Janeiro, o papel se chama A4, em Sampa é sulfite. E essa pequena diferença, juntando com outras pequenas diferenças, soma aí, quanto dá? Grandes diferenças! Incluindo as gramaticais.
A regionalidade é um princípio básico da sobrevivência cultural. E é preciso mesmo fazer esses “arranjos” de colaboração bilateral, ou até, polilateral, e adaptar-se às necessidades culturais locais, para a sobrevivência de ambos: cultura do público e emissora(s). É o mesmo princípio da preservação da cultura indígena.
Ao saber desta unificação, fiquei conjecturando, com o meu amigo lá de Santa Catarina – o mesmo que me passou esta informação, via MSN – como teria ficado a programação SBT-Record. Transcrevi, a seguir, uma parte da nossa conversa, sendo que resolvi criar ‘um pouco” em cima. Amigão, olha só como ficou!

Amigão: - O SBT e a repetidora daqui se uniu com a Record e virou uma rede só.
EU: - Caraca! Deve ter virado uma salada muito doida!
Amigão: - Na verdade, tem mais a cara da Record.
EU: - Já pensou? A programação deve ser assim: Ana Hickman e Betty, a feia, dividem o estúdio abrindo a programação, na manhã recorsbetê. Em seguida, Arnaldo Saccomani e Wagner Montes, escracham os candidatos do Idolastros, o que provoca indignação no bispo Macedo, que entra no estúdio aonde Silvio Santos grava o seu programa, e na melhor voz “Lombardi” diz: O que é isso, Silvio? E Silvio Santos responde, perguntando para ele: Você quer dinheiro? E começa seu programa, que se chama agora: Fala, Silvio, que eu te escuto. E o Silvio fala, e fala, e fala, e fala... Depois, vem o Jornal do SBT, agora apresentado pelo bispo Renato Maduro (ex-apresentador do Fala que eu te escuto) – na eterna mania “mutante” de Silvio Santos de mudar sempre – e sem aviso - a programação (sacou o trocadilho? Novela Os Mutantes = mania mutante ...aquelas coisas). E o que aconteceu com o Gugu? O Gugu foi fazer uma nova “paginação” (uma plástica mesmo) com a equipe da referida novela “Os Mutantes” e virou “Maria Cândida”; ele a-m-o-u seu novo visual! Tom Cavalcante voltou ao seu programa de origem, com seus colegas, Priscila e Yude - a escolinha do Professor Chapolin -, agora reprimidos, digo, dirigidos pela Super Nani. E finalmente, descobriram que o que saiu da menininha “Maísa” no Programa SS não foi um “pum” (isso passou no CQC mês passado ou retrasado!); foi a saída de uma entidade maligna que estava tentando possuí-la!
Já pensou? Isso é que é TV aberta: Atração para todos os públicos!

Um abração!

Mônica Sampaio

msn e email: monica_sampaio_melo@hotmail.com