sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

RACISMO: ABSURDO O RESULTADO DESTE TESTE DE AUTOESTIMA COM CRIANÇAS NEGRAS



Assista a este vídeo, por favor; tem apenas um minuto.
Não sei sua origem; recebi de um amigo.
Fiquei chocada. É cruel. É perverso. É desumano. É um monte de adjetivos que não conseguem definir com exatidão o "bolo" que está no meu estômago, desde que o assisti.

video

Que Deus tenha misericórdia destes que fazem este holocausto com a mente e com a autoestima destas crianças.
É a nossa sociedade. Somos todos nós. Brancos e Negros.

Nem de "negros" pode-se mais denominar os etnicamente negros; tem que ser "afro-descendentes", como se a nacionalidade ascendente fosse alterar o estigma da sua cor de pele. Desde quando a classificação étnica "Negro" virou xingamento?
Isso é coar mosca e engolir camelo.
E isso é racismo.
É mais uma pegadinha para ver se, pondo o branco na cadeia por racismo contra o negro, diminui o racismo.
Atitudes como essas, e também, como a de criar vagas especiais para os negros nas universidades , alimentam ainda mais atitudes como estas que vimos no vídeo.
Sou branca. Se eu precisar de um transplante de órgãos e uma pessoa negra puder ser a doadora, seu órgão servirá para me dar vida. E vice-versa. É isso que deve bastar.



Tive vontade de chorar.
Tive vontade de pegar essas crianças no meu colo, abraçá-las, beijá-las e dizer-lhes: Não! Vocês não são feios! Não são maus! Isso tudo é uma grande mentira!
Vocês são legais.
Vocês são bonitos.
Vocês são bons.
Pelo amor de Deus, acreditem.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

MACONHA, ÁLCOOL E CIGARRO – Aonde está o “Wally”?



Quem é o vilão dos três? Quem faz mais mal à saúde física e à saúde social?
É tudo a mesma coisa! É tudo igual! É tudo droga, e droga que faz mal.
Vamos ser unânimes, coerentes e não hipócritas: Ou criminaliza tudo ou descriminaliza a MACONHA.

A política mundial de drogas precisa ser revista. E mudada.
A sociedade precisa crescer; amadurecer; encontrar – e usar – soluções maduras e realistas, em relação ao uso e à comercialização das drogas, em especial, em relação à mais popular e menos danosa entre elas: a MACONHA.
Sua proibição data de 1960 - por recomendação da ONU - , mas quanto ao seu uso, há registros desde 2723 a.C., na China.

Na Comissão Latinoamericana sobre Drogas e Democracia, que aconteceu no início de fevereiro de 2009, no Rio de Janeiro, ninguém disse que a partir de agora, a Cannabis sativa deixou de ser a “gata borralheira” e virou a Cinderela. Não. Os danos à saúde pelo consumo da droga também não foram negados, assim como também não o são, os gastos astronômicos - e ineficazes - com a prevenção e a repressão do uso e da comercialização das drogas.

A conclusão da comissão é: Descriminalizar o porte da maconha para consumo pessoal, não prendendo mais o usuário, mas sim, encaminhando-o para tratamento médico. Dentre os que são desta opinião, está o ex-presidente, Fernando Henrique Cardoso, que é sociólogo, ex-professor universitário e escritor.


O tabaco e o álcool matam bem mais do que a maconha, mas são drogas lícitas, permitidas. Os seus fabricantes pagam impostos altíssimos, e a “qualidade” – se é que pode ter alguma qualidade – é controlada.

Essa discussão é delicada e complicada.

Tem muita coisa envolvida, mas creio ser a hora da sociedade, em todo mundo, adotar uma política de “redução de danos”, com a descriminalização do uso pessoal da maconha.

Gastam-se bilhões de dólares por ano na repressão ao comércio ilegal de drogas. Meliantes morrem ou são presos, porém, o tráfico é uma poderosa “arma genética” de “fabricação e multiplicação” de traficantes. Parece que quanto mais traficantes são neutralizados, mais traficantes surgem no mercado. E eles se sofisticam, ficando cada vez mais poderosos, se infiltrando na polícia e na política.

Os EUA gastam, por ano, US$ 35 bilhões na repressão! Porém, se a atual política de prevenção e repressão ao uso e ao comércio ilegal das drogas ilegais estivesse sendo eficaz lá, o número de presos por envolvimento com drogas, nos últimos 30 anos, não teria decuplicado: Passou de 50 mil para 500 mil presos.
Não houve redução da produção nem do consumo de drogas.

US$ 322 bilhões é o que se calcula que circula nas mãos dos traficantes em todo o planeta.

É inadmissível, portanto, a sociedade não pensar seriamente em legalizar a maconha, pois possui, por um lado, números altíssimos de efeitos colaterais indesejados, da parte da guerra urbana gerada pelo tráfico de drogas, e por outro, os efeitos inegavelmente maléficos para ela própria, das drogas que ela mesma permite: a bebida alcoólica e os acidentes automobilísticos por ela gerados, e os cânceres e demais moléstias provocados pelo tabagismo.

Quer dizer, aonde está realmente o vilão, o “Wally”desta questão? A+B+C é igual a ABC! É tudo droga que faz mal! A proibição é uma hipocrisia, pois o cigarro e o álcool legalizados são jurisprudência para a legalização da maconha.

São 160 milhões de pessoas no mundo inteiro que fumam maconha. De todas as camadas sociais. Iria resolver a questão do consumo e da comercialização das drogas, a prisão desse povo todo? Além de não resolver – pois prender usuário (nem traficante) não tem resolvido – agravaria um velho problema: a explosão demográfica carcerária!

Prender o usuário de drogas como a maconha, não resolve, nem o problema do vício dele, nem o da sociedade. Mas, descriminalizar o uso da maconha, tira do usuário o “peso” do crime. Ele deixa de ser (e ter) um problema de saúde e segurança públicas, para ser uma questão de Saúde e Educação. E o dinheiro arrecadado pelo Estado com os impostos da comercialização legal da maconha – que não vai ser pouco – pode ser direcionado, de forma mais eficiente, na prevenção do seu consumo, de forma inteligente, informando e educando a população sobre os malefícios do uso de qualquer substância entorpecente e do cigarro, e criando melhores e maiores condições de manter nas escolas e faculdades a criança, o adolescente e o jovem, e criar perspectivas de trabalho para estes últimos – as maiores vítimas do tráfico e do uso de drogas.

Enquanto a sociedade mantiver a proibição do uso pessoal da maconha, ela apenas estará tapando o sol com a peneira, “descansando” no achismo de estar fazendo “alguma coisa”, já que a ineficácia deste método já está provada nestes últimos quase 40 anos.

Alegar que o número de usuários da maconha aumentaria com a sua legalização, é não querer enxergar que o que leva os iniciantes ao uso é exatamente isso: o fato de ser proibido.

Toda proibição gera a sua ovelha negra: A TRANSGRESSÃO. E às suas descontroladas consequências.

Uma EDUCAÇÃO séria, honesta e abrangente é o melhor remédio contra o uso de drogas.

E antes que me perguntem: Não, não fumo maconha. Não estou legislando em causa própria. Sou cristã. E cristão significa ser igual a Cristo. Significa ter a mente de Cristo. E Cristo não se deixou escravizar por nada. Ao contrário, Ele veio para libertar. Inclusive, dos vícios. Eu, por exemplo, deixei de fumar cigarro e de beber bebida alcoólica – nos quais era viciada - há três anos, porque recebi e entendi a mensagem da Cruz, que está disponível na Bíblia para quem quiser ler. E praticar.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Sr. MEDO x D.CONSCIÊNCIA




Substitua esta foto que o pastor das ovelhas carrega nas mãos, pela foto do diabo. Sim, a dele mesmo, do diabo. Seja lá a aparência que você acha que ele tem.



Pois é assim que algumas pessoas estão sendo pastoreadas. Pelo medo do diabo.
Pelo mesmo motivo com que o clero sempre se colocou na dominância entre alguns povos: O Sr. Medo.

Antes, era o medo da pesada mão de Deus. Pelo medo do castigo de Deus, as pessoas pagavam penitências – geralmente em forma de repetidas rezas e algumas punições físicas.
Uma corrente atual de religiosos adota o medo do diabo. Ou será Diabo?

Existe uma passagem bíblica que trata da questão da submissão à autoridade. Está na Carta de Paulo aos Romanos, capítulo 13, versículo 5, a qual define a motivação adequada para uma pessoa, consciente dos seus direitos e deveres como cidadão (e como seguidor do cristianismo), obedecer às regras da boa convivência social. Diz assim: “Portanto, é necessário que lhe estejais sujeitos, não somente pelo castigo, mas também pela consciência.”

LIBERDADE - CONSCIÊNCIA – TOMADA DE DECISÃO

Para alguns, é mais fácil obedecer pelo medo do castigo, do que pela mudança consciente de comportamentos indesejáveis. Existem pessoas que só sabem viver debaixo do chicote. Elas não sabem viver debaixo da Graça de Deus, e preferem se afligir, do que mudar seus estranhos e pervertidos comportamentos.
No geral, algumas dessas são boas pessoas até, que se acostumaram ao “espartilho” moral, e não conseguem viver na liberdade – com a qual Cristo libertou a humanidade.

E que LIBERDADE é essa?
É a liberdade de decidir o que quer, de assumir conseqüências; é a liberdade da TOMADA DE DECISÃO.


A realidade com que representei internamente essa foto me impressionou muito. Comecei a visualizar, no lugar desses dóceis animaizinhos, pessoas.
Atrás delas, indo uma outra pessoa – igualzinha a elas -, e na mão dessa outra pessoa, apenas uma IMAGEM. Perceba que imagem não é realidade; é apenas uma representação sua.
E essas pessoinhas (andando de quatro), fundamentadas em uma IMAGEM usada por essa outra pessoinha (andando em pé), deixam-se guiar; permitem que se tome decisão por elas; recebem ordens e “sugestões” para suas vidas, baseadas na autoridade de uma IMAGEM.
Aliás, essa outra pessoinha coloca-se de pé, por detrás destas outras, respaldando-se na IMAGEM. De alguma forma, no conceito dela.


IMAGEM NÃO É REALIDADE; É APENAS UMA REPRESENTAÇÃO DA REALIDADE.

Uma representação não tem capacidade, por si mesma, de ser fidedigna ao que representa.
A construção da nossa vida não deve ser fundamentada em uma representação. Representação é aquilo que para alguns é, e para outros, não é. Se existe discordância, se uma coisa permite outros pontos de vista, é porque permite a ESCOLHA. E se permite escolha, permite LIBERDADE DE ESCOLHA. E se permite liberdade de escolha, cabe TOMADA DE DECISÃO.


OVELHA NÃO É VACA.



Nada contra as vaquinhas, mas ovelha não fica balançando a cabecinha afirmativamente para qualquer um e para tudo o que ouve.
Ovelha cristã tem um único Pastor e Bispo – que é Jesus Cristo. (1ª. Pedro 2:25)
Ovelha conhece a voz do seu Pastor. (João 10.4)
Em João 10.5 está escrito:

“E, quando tira para fora as suas ovelhas, vai adiante delas, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz. Mas, de modo nenhum, seguirão o estranho; antes, fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos.”

“Jesus disse-lhes esta parábola, mas eles não entenderam o que era que lhes dizia. “ (João 10:6)

Será que entendem agora?

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

CARACA!!! Quem é você e o que você fez com a criança?!




Quem é você e o que você fez com a criança?!

Um menino chinês, de apenas 9 anos desenvolveu um aplicativo para o iPhone. Caraca!! O que será das nossas crianças?! Desenvolvendo aplicativos para iPhone COM APENAS NOVE ANOS DE IDADE!!




Socorro! Quem é você e o que você fez com a criança? Aonde está a bola de futebol dela? O skate, cadê? Não vou nem perguntar de “polícia e ladrão”, “pique bandeira” e “queimado”!



Não sei se eu rio ou se eu choro! Nove anos?! Não é muito cedo, não? Que tipo de infância é essa? Ai!Tenham compaixão de mim! Sou quase cinquentona e ainda não me acostumei muito com essas modernitudes tecnológicas.



Eu fico pensando: eu “dou um duro” aqui em casa, para o meu menino de 12 anos não ficar grudado no computador! Porque afinal de contas, os especialistas da área da saúde já alertaram para um novo tipo de “doença social”, causada pelo excesso de exposição ao computador. Mas, como mensurar o tempo ideal de uso para que, a criança aprenda o que tem que aprender e, ao mesmo tempo, não se prejudique?
Será excesso de zelo meu, achar que uma criança de 9 anos têm que brincar com brincadeiras que utilizem, também, as outras partes do corpo? Será que sobra tempo para este menino chinês brincar ao ar livre?



Ah, me desculpe, mas posso estar sendo retrógada e saudosista, mas isso me assusta. Fico imaginando qual o tipo de diálogo que este menino tem. “Bla bla bla é o que eu falo; ele versa sobre Informática, tecnologias, eletro-eletrônicos, Ciência, Astronáutica etc.



Para você ter uma idéia do quanto isto me espantou, cheguei até a pensar que isto é ROUBO! Estão “roubando” a infância dessa criança! Gente: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 ANINHOS! É o que esta criança tem! Estão roubando a sua “inocência” (?!) !



Ou então, estou ultrapassada mesmo, e esse é o formato da criança do futuro; um futuro que já começou.
Um futuro robô.
Sem alma; sem lembranças da infância; sem emoção.