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sábado, 25 de julho de 2009

TÊM UMAS COISAS ESTRANHAS NESTE MUNDO...


John Travolta - em cena de seu mais recente filme “The Taking Of Pelham 123” -

OU NÃO SÃO DESTE MUNDO?



Segundo o que o site Globo.com divulgou

“Além da morte do filho, a falta de fé na Cientologia, doutrina que segue há 34 anos, também estaria contribuindo para a depressão de JohnTravolta. Ele não estaria mais acreditando que a religião (dele) pode curar males físicos e mentais.”

Agora - o jornal continua – com o mais grave:

“Ele também estaria decepcionado, porque a Igreja (da Cientologia) teria ameaçado revelar detalhes de sua vida pessoal e supostas relações homossexuais do passado do astro, caso, ele largue a organização.’


Cientologia – o que é?

Crítica de críticos normalmente me colocam numa posição de cautela. Pois todo mundo é um pouco crítico de alguma coisa e técnico de futebol. Mas, além disso, grande parte das críticas são baseadas em pouca ou nenhuma observação ou pesquisa; fundamentando-se no “ouvir falar”. E isso é leviano.
Portanto, por querer me abster da leviandade para comentar este assunto, fui pesquisar sobre Cientologia. E é este o tema deste artigo.





Li no Wikipédia que “A cientologia é um sistema de crenças fundado em 1952 pelo autor de ficção cientifica L. Ron Hubbard (1911-1986, nascido em Tilden, Nebraska). A cientologia foi oficializada em 1954. Esta religião baseia-se nos livros de Hubbard Dianética: A Moderna Ciência da Saúde Mental (1950), Dianética: A Evolução da Ciência e Ciência da Sobrevivência.”

Mas a melhor parte vem agora. Olha que delícia:

“Enquanto os rumores de que Hubbard apostara com Robert A. Heinlein que ele iria criar uma religião seja certamente falso,[carece de fontes?] outros reivindicam que tinham conhecimento que durante 1949 Hubbard passou para outras pessoas as intruções que iniciariam um bom caminho para ganhar dinheiro. Escritor e editor Lloid Arthur Eshbach, por exemplo, refere-se a Hubbard dizendo "Vou criar uma religião. É o que dá dinheiro". O escritor Theodore Sturgeon refere que Hubbard fez similar afirmação na Sociedade de Ciência da Fantasia de Los Angeles. A Igreja de Cientologia negava estas declarações e suplicara ao editor para negá-las. Membros diziam que a verdade ou a falsidade de tais alegações eram irrelevantes e asseguravam que na igreja encontrariam suas necessidades espirituais.”


Agora vou explicar porque chamei de “delícia” isso.

Está mais do que provado que é fácil, muito fácil, ganhar dinheiro com religião, seitas, esoterismo, autoajuda, terapias que prometem um bem estar com o seu eu interior etc. etc.; tudo o que explorar a miséria da alma humana e seus placebos, ganha dinheiro.

Então, logo de cara “planta-se” a notícia que Hubbard “apostara que iria cria uma religião, alegando ser o “que dá dinheiro.”
Caraca! É ou não é um prato cheio para os críticos da Cientologia?

Mas por outro lado, ficaria muito fácil para se defenderem, alegando simplesmente que a notícia é falsa; que foi “plantada” por humanos do mal, a mando de extraterrestres do mal. (É! a coisa toda não é brinquedo não! Tem origem extraterrestre e tudo; digno de um Oscar de Melhor Criação em ficção científica (Lembrando que L. Ron Hubbard, o criador da Cientologia, era o que mesmo? Autor de livros de ... ficção científica.)


Tom Cruise: Considerado o "Jesus Cristo" da Cientologia, devido ao seu empenho em divulgar pelo mundo esta religião.

Isso é apenas uma informação superficial sobre esta autointitulada religião, denominada Cientologia, que conta com nomes de holywoodianos famosos, como a atriz Anne Archer, Jennifer Lopez, Sony Bono, Will Smith, Tom Cruise, como o próprio John Travolta. Dizem que Cruise “comeu” a placenta do seu filho, quando sua esposa deu à luz. Tudo baseado nos fundamentos que sustentam a Cientologia. Não é curioso o fato de que artistas milionários, com uma abrangente exposição na mídia, e conseqüente força na formação da opinião pública, sejam “pescados” por esta religião? Qual seria o motivo que os atraiu? O fato de que nós, os humanos, seríamos seres extraterrestres, como alega a Cientologia? Seria o fato de “não conseguirem” mais lidar com o mundo real?




Enfim, é uma coisa obscura. E esta lebre que os jornais levantaram a respeito da ameaça sofrida por Travolta, por parte de sua “igreja”, que, se ele deixar a organização, eles divulgarão todos os seus segredos pessoais – inclusive suas experiências homossexuais -, obtidos através de uma espécie de sessão de psicanálise, que os membros desta religião passam, na justificativa de que precisam entrar em contato com seus traumas para poder superá-los; será que tem lebre atrás da moita?

Religião é sempre uma questão delicada, pois trata-se de criação meramente humana, passível portanto, de manipulação.

Mas que este “pano pra manga” envolvendo a morte do filho de John Travolta, e os acontecimentos posteriores, como o processo por extorção, que o ator moveu contra um político que era seu amigo e, contra o paramédico que socorreu seu filho, no dia em que acabou falecendo (Depois você lê no noticiário, a respeito destes fatos) é muito estranho.

O ser humano tem tendência a se deixar ser enganado.
A se deixar ser corrompido.
Seria uma inclinação a fugir de algo que, a princípio, daria um certo trabalho, como, corrigir caminhos moralmente tortos, e procurar viver de forma harmoniosa com o mundo ao seu redor, praticando o amor ao próximo, aos animais e ao planeta?
Porque o amor não faz mal.

(...) “O próprio fundador (da Cientologia) instituiu a prática de "fair game" como forma de utilizar o sistema judicial como ferramenta para assediar os seus detratores públicos forçando-os a longos, penosos e onerosos processos judiciais e apesar de continuadamente negado, vários cientologistas tem história de uso de força bruta contra seus críticos (tais organizações são chamadas de supressoras de pessoas). Elas tem usado processos judiciais contra pessoas, jornais, revistas, estúdios de televisão, serviços de provedores de internet, agencias governamentais e outras. Possuem uma quantidade recorde de testemunhos, por exemplo, um documento policial emitido em 1967 contra uma organização de jogos (se bem que tenha sido revogado posteriormente) o qual é lançado contra seus críticos e diz: "Devem ser enganados, processados, fraudados ou destruídos." A Igreja é uma das poucas organizações convictas de uso da fraude e do pleno uso frívolo dos processos judiciais com o fim de causar perturbação.”

(Fonte: Wikipédia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Cientologia)


John Travolta: Sofrendo de Depressão

O AMOR DIVIDE PARA DEPOIS SOMAR



“O amor não faz mal ao próximo." (Romanos 13:10)


O amor ao próximo


Amar alguém significa não fazer mal algum a essa pessoa.
E não fazer mal não é o suficiente. A fé sem obras é morta.
O amor sem obras não é amor: é indiferença.
É preciso FAZER O BEM.

Fazer o bem ao nosso próximo, aos animais e ao planeta.

Pois, se faz bem ao planeta e aos animais, estará fazendo bem ao seu próximo.
E fazendo bem ao seu próximo estará cumprindo a lei de Deus.
E cumprindo a lei de Deus, estará amando-O acima de todas as coisas.
A lei de Deus é o AMOR.

LEIA ESTE ARTIGO NO BLOG Do Coração de Deus para o seu coração
www.docoracaodedeusparaoseucoracao.blogspot.com

domingo, 19 de julho de 2009

IDOSO: QUEM É O SEU PIOR INIMIGO




Segundo pesquisa feita com idosos, seu melhor amigo é o Porteiro de edifício.

Este fiel escudeiro, sempre solícito para levar as compras lá pra cima, chamar um táxi ou até para socorrer em momento de mal estar, está cotado como o profissional que melhor atende às necessidades do idoso, que muitas vezes precisa de uma atenção maior por parte daqueles que o cercam.

Em contrapartida, segundo a mesma pesquisa, os motoristas de ônibus foram eleitos os piores inimigos dos idosos. Não é preciso muito para se entender o porquê.



Segundo reportagem do programa Domingo Espetacular, da TV Record, veiculada neste domingo, 19 de julho de 2009, os motoristas da cidade do Rio de Janeiro, trabalham sob intensa pressão. São obrigados a sair com carros com deficiências mecânicas, como pouco freio, que com lotação cheia, vira quase nenhum freio; amortecedores ruins, entre outros problemas, somados a sobrecarga de trabalho. O sindicato das empresas alega que os motoristas é que querem fazer hora extra.


Bem, e o saldo dessa história fica negativo para os usuários, principalmente, os mais frágeis, como idosos, crianças e grávidas.

Há quinze dias, uma garota de 12 anos, morreu, na avenida das Américas, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, ao subir no ônibus, na saída da escola, e ficar com o pé preso, quando o motorista fechou a porta. Ainda me lembro do que a mãe dela disse ao repórter, no velório da filha: “agora, a minha filha não vai mais voltar para casa.”
Por mais dura que seja a repreensão que este motorista irá receber da justiça, decorrente do crime de homicídio culposo (sem a intenção de faze-lo), não aliviará nunca a dor dessa mãe.

Se por um lado o aglomerado de crianças e adolescentes hiper barulhentos, aliado ao estresse do trânsito carioca, entre outras tensões inerentes à profissão, provoca o afastamento atual por licença médica, de cerca de sete mil motoristas de ônibus, por outro, aqueles que, sob a mesma tensão, estão trabalhando, provocam estresse nos usuários de ônibus, principalmente, nos idosos.


É MELHOR PREVENIR, PORQUE REMEDIAR VAI SER MAIS ESTRESSANTE.


Você também acha que os nossos motoristas de ônibus estão precisando de treinamentos psicológicos para proteger os usuários de sua tensão emocional?

Vi na mesma reportagem, um senhor, de seus sessenta a setenta anos de idade, andando de muletas, devido a um acidente com o ônibus em que viajava, quando teve uma das pernas amputadas, porque o motorista, cansado, adormeceu ao volante e bateu com força em um muro, que veio a cair sobre o primeiro banco, aonde o idoso estava. E para completar, a indenização que recebeu da empresa, não deu para comprar uma prótese.

E agora? Como conviver com as dificuldades causadas pela idade, somadas à imprudência de profissionais e donos de empresas, que deveriam servi-los com comodidade e segurança?



A nossa sociedade precisa reaprender a respeitar os idosos. Eles não são trastes velhos que apenas ocupam espaço. São pessoas, merecedoras de tratamento digno e respeitoso. Eles são história. E se têm gratuidade no transporte coletivo, foi porque conquistaram através de anos de serviço à cidade, ao Estado e ao país, com o pagamento de impostos.



Nós precisamos aprender a defender os nossos idosos. Independente da personalidade que tenham, ou de sua postura no passado.



A sociedade brasileira precisa parar de fabricar adolescentes e jovens mimados, que acham que podem tudo, só porque papai e mamãe não têm mais tempo de educa-los presencialmente, e os recompensa com mimos, pela sua ausência, preenchida, em muitas das vezes, pelos traficantes de drogas.

Educação e respeito vem de berço.
É pelo testemunho do papai e da mamãe que os filhos aprendem a respeitar os mais velhos.
Mas se o papai e a mamãe não derem o exemplo, quem os ensinará?



Se Deus permitir, um dia esses jovens também serão idosos.
E Deus queira também, que sejam respeitados e tratados com dignidade.
É melhor, então, plantar agora o que irá querer colher no futuro.




Mônica Sampaio
Radialista, Escritora e Compositora

Programa DO CORAÇÃO DE DEUS PARA O SEU CORAÇÃO:
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Toda sexta um artigo quente. Acompanhe!
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domingo, 12 de julho de 2009

RELIGIÃO É UMA CAIXA




A turminha do bairro é uma “CAIXA”.
Faculdade é uma “CAIXA”.
Família ... ô ... família é uma grande “CAIXA”! Bota “CAIXA” nisso!




Tem caixinhas conhecidas nos seus quatro cantos; mas tem caixinhas-surpresa também.

Casamento é uma caixinha de surpresas! “CAIXA” – por ser cercado por todos os lados! – e de surpresas, pois cada cônjuge vem carregado com uma bagagem cultural familiar diferente.


O mercado de trabalho formal é uma “CAIXA”. E pesada. E sem alça.
Para alguns, que detestam ficar trancados dentro de “CAIXA”.


Moda é uma “CAIXA” – daquelas de acrílico transparente pra todo mundo ver dentro!


Religião é uma “CAIXA”.
Que “CAIXA” é esta?



A sociedade cria uma série de “CAIXAS”, baseadas nos sistemas de convicções, nos sistemas de crenças, naquilo que acreditamos.


Para onde quer que nós vamos, levamos os nossos “embrulhinhos” culturais.
Tem gente que pega a vida andando, chega cheio de pacote e ainda quer se sentar na janela!

Já parou para fazer uma arrumação na “sua prateleira”? Por favor, não é o móvel da sua casa. Já reviu os seus conceitos dos últimos 10 anos? Uma faxina de década em década é sempre bom. Vai ter muitas surpresas, ao constatar o que tem guardado nas suas memórias em desuso. Fórmulas incompletas que já foram descobertas; nojo de alimentos, os quais viraram seus maiores aliados; amores antigos ...; mágoas ...; enfim, será que você não está carregando excesso de peso? Pode ser que tenha um monte de notinhas de mercado que não valem nem para o concurso “O seu talão vale um milhão!”.


Quando os noivos partem para o casamento, já levam, cada um, uma certa quantidade de bagagem, que se fundem – ou não -, mas ocupam espaço. Algumas dessas caixinhas são perdidas ao longo dos anos; outras, precisam de uma restauração, pois foram comidas pelos bichos ...
Mas de toda forma, nosso “armário” interior sempre precisa de uma faxina, e mais, de vez em quando, ele precisa é de uma reforma, isso sim, para caber mais coisas.

Todos os “departamentos” do nosso “armário” interior precisam ser faxinados e reformulados de tempos em tempos. É preciso abrir as caixas que guardamos lá, para dar uma boa olhada em seu interior.
Precisamos ainda disso? E daquilo? Será que aquilo outro não está defasado? Vamos reciclar?



“CAIXA” é tudo o que delimita fronteiras.
Tudo o que engessa o entendimento.
Como nas regras sociais de Èmile Dürkheim, até as transgressões são previstas: faz parte da “CAIXA”.



No que você tem acreditado nos últimos anos? Em que “CAIXA” você se encontra? Tem as quatro paredes ou é aberta?

Teus relacionamentos, quando passaram pela última revisão?
E teu trabalho? Está contente com tudo ou chegou a hora de renovar?
Existem “CAIXAS” novas por aí, formato moderno, bonitas, arrojadas, “neo” qualquer coisa, dando sopa por aí!



Ou você é daquelas pessoas que não ficam muito tempo com alguém ou alguma coisa ou em determinado lugar? Não marca o assento? Não faz “vala” no colchão? Não tem rotina? Não delimita a sua área?


E quanto a religião, todo dia faz a mesma coisa?
Então, todo dia obtém os mesmos resultados.
Quer resultados diferentes? Já sabe o final da frase, né? Tem que agir diferente.
Para você basta ir na sua igreja, deixar a Bíblia aberta no Salmo 91, ou acender uma velazinha; se benzer três vezes, e está tudo certo? Ok!



Mas se você quer um pouco mais do que tem conseguido, precisa de um novo entendimento.
Precisa sair de sua “caixinha” e tentar não entrar em outra, para ter a liberdade de entrar e sair o quanto e aonde quiser, sem ficar encerrado e engessado em algum sistema de crença falido.


monica.sampaio1@gmail.com
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sábado, 4 de julho de 2009

GORDOS PODEM VIRAR MODA NOVAMENTE!



Só depende de mim e de você.
Depende dos formadores de opinião.
Depende da sociedade.

Existem duas ou três pessoas, no mundo, que “resolvem” ditar uma determinada moda, e uma multidão de cerca de seis bilhões, que resolvem obedecê-los. Está criada, então, a Ditadura da Moda.

É um cabelo assim, e não mais um cabelo assado!
Um comprimento de saias assado, e não mais um comprimento assim.
Cós alto; cós baixo.
Ora pernas finas; ora pernas musculosas;
Ora seios grandes; ora seios pequenos; ora grandes novamente.

Ser magro ou ser gordo é tudo uma questão de MODA.
E moda, nem você – nem o mundo – PRECISA seguir.



Se alguém quer usar um chifre de porco do mato transpassando seu nariz, é uma opção que deve ser respeitada. Mas não tem que ser imitada.



Ser magro ou ser gordo é uma questão de saúde sim.
Magreza demais pode ser sinônimo de doenças físicas e psicológicas.
Corpo malhado demais pode ser sinônimo de uma doença chamada VIGOREXIA (overtraining, em inglês), ou transtorno dismórfico muscular; é o culto excessivo ao corpo.

Corpo perfeito é aquele com o qual VOCÊ se sente bem. Com o qual se sente corfortável, e bela (ou belo) e está realmente saudável.



A beleza tem muito mais a ver com charme, com sentir-se atraente e passar esta informação através da linguagem corporal, do que com a forma física e feições padronizadas pela ditadura da moda.
Já viu o novo comercial da VIVO? Tem um casal de crianças dançando em um determinado trecho. A menininha não se enquadra aos padrões da ditadura da beleza. Mas, o charme dos seus trejeitos a torna linda!



Chega desse negócio de corpinho malhadinho e saradinho!
Isso é uma loucura!
Acordem o Boticelli, o Miquelangelo e aquela turma toda da Renascença que gostava de gordo!



É um “saco” sentir-se oprimido por estar acima do peso! (Como se não faltassem assuntos muito mais sérios que estética, para se preocupar!)

Abaixo a ditadura da magreza e do corpo malhado!
Abaixo a ditadura dos cortes “quase careca” dos homens!

Que doideira isso!
Vamos parar pra pensar, gente!
Vamos sair da caixa!


Quem é que quer as mulheres magérrimas?



Quem é que quer os homens de cabeças raspadas, sem a beleza dos cabelos emoldurando seus rostos?

Que loucura é essa de seguir modismos?
PÁRA O MUNDO, QUE EU QUERO SALTAR!

Quero desfilar a minha banha por aí e mesmo assim, me sentir amada, admirada e desejada! Porque gordo ama, admira, deseja e sabe ser sensual prazeiroso como qualquer magro. E é mais fofinho de se abraçar ...


A MODA criou - isto sim !- três doenças fatais:

A ANOREXIA, A BULIMÍA E A VIGOREXIA




E deturpações estéticas, sociais e psicológicas mortais.



Vamos valorizar o que realmente tem valor, mas que não pode ser visto, pelos olhos, nem comprado, por dinheiro algum.
Caráter. Dignidade. Generosidade. Sinceridade.

Chega de bobagem, sociedade.
É hora de amadurecer.
Para poder, realmente, ter o melhor.

monica.sampaio1@gmail.com